sábado, 15 de janeiro de 2011

CANDIDATOS E CANDIDATAS PARA SEREM BEATOS E BEATAS.

CANDIDATOS E CANDIDATAS PARA SEREM BEATOS E BEATAS.

Cidade do Vaticano, - O Papa Bento XVI reconheceu hoje, 14 Janeiro de 2011, as "virtudes heróicas", de Valencian Faustino Perez-Manglano Escasso, que nasceu em 1946 e faleceu em1963; este é o primeiro passo para ser declarado santo.
Perez-Manglano Escasso, nascido em Valença no dia 4 de agosto de 1946 e falecido em 03 de março de 1963, era o estudante e o postulante dos pais Marianistas.
O Papa Bwento XVI também promulgou hoje essas "virtudes heróicas" da brasileira, Francisca de Paula de Jesus, conhecida como Nha Chica".

Além estas duas promulgações, o Pontífice assinou hoje os Decretos que reconhece os milagres praticados pelas italianas Antonia María Verna, nascida em 1773 e falecida em 1838, fundadora do Instituto das Irmãs da Caridade Imaculada Conceição de Ivrea, e José Toniolo secular, pai de familia, nascido em Treviso em 1845 e falecido na cidade de Pisa em 1918.

A aprovação dos milagres abre as portas à beatificação dos dois italiano.

Também serão beatificados cinco freiras bosnias assassinadas pelos Nazistas durante o Segunda Guerra Mundial, entre os dias 15 e 23 de dezembro de 1941;
Mortas por causa do ódio dos nazistas contra a religião e a fé em Deus que as cinco freitas Kata Ivanisevic, Teresia Banja, Giuseppe Bojac, Giuseppe Fabjan e Carolina Ana Leidemix, irmãs do Instituto das Filhas da Divina Caridade, representavam.

PAPA BENTO XVI BEATIFICOU SEU ANTECESSOR: JOÃO PAULO II.





PAPA BENTO XVI BEATIFICOU SEU ANTECESSOR JOÃO PAULO II

NA FESTA DA DIVINA MISERICÓRIDA,
O PAPA JOÃO PAULO II FOI BEATIFICADO.

O Papa Bento XVI no dia 1° de maio de 2011 a beatificou seu antecessor, João Paulo II. Há seis anos, quando a morte de João Paulo II comoveu seguidores de todas as religiões, o Papa Bento XVI autorizou a abertura do processo de beatificação um mês depois. Dispensando a espera de cinco anos prevista nas leis do direito canônico.
Mas a investigação do milagre foi cuidadosa, afirmou o porta-voz do Vaticano. Segundo a igreja, a freira francesa Marie Pierre Simon se curou do Mal de Parkinson por intervenção de João Paulo II, que sofreu da mesma doença.
O padre Federico Lombardi lembrou que o dia escolhido, o primeiro domingo depois da Páscoa, foi instituído por Karol Woitila como a Festa da Divina Misericórdia. O Papa polonês morreu em dois de abril de 2005.
Para a cerimônia, o caixão com o corpo de João Paulo II será retirado da gruta vaticana e levado para a basílica de São Pedro, mas não será aberto, nem exposto. Bento XVI vai comandar a celebração.
Nesta sexta, foi anunciado também o reconhecimento das virtudes heróicas de Nhá Chica. A brasileira de São João Del Rey, conhecida pelas obras de caridade, agora está mais perto da beatificação. As informações são da TV Globo.

VIRTUDES HERÓICAS DA ESCRAVA E FRANCISCANA SECULAR: Nhá Chica.




CANDIDATA PARA SER SANTA – (Lv. 11, 44-45; Lv. 19, 2)

Francisca de Paula de Jesus, pertencente a Ordem Franciscana Secular, que na sua época chamava-se: Odem Terceira Franciscana, conhecida popularmente como Nhá Chica, nasceu em 1808, no povoado de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno, um dos atuais cinco distritos de São João del-Rei, município do estado brasileiro de Minas Gerais, onde também foi batizada. Pouco tempo depois sua família mudou-se para a cidade de Baependi, no sul deste estado, onde viveu até 14 de junho de 1895, data de seu falecimento, porém só foi sepultada dia 18 de junho no interior da capela dedicada à Nossa Senhora da Conceição, construída por ela.
É considerada por muitos católicos como santa, de modo que o processo de beatificação e canonização já se encontra em tramitação no Vaticano
Biografia
Filha e neta de escravos, Francisca de Paula de Jesus ficou órfã aos dez anos. Mulher humilde, era fervorosa devota de Nossa Senhora da Conceição, e, a pedido da mãe, passou a vida inteira a dedicar-se à prática de caridade. Leiga extraordinária, foi chamada ainda em vida de "a mãe dos pobres". Respeitada por todos que a procuravam, desde os mais humildes aos homens do Império. Durante 30 anos, reuniu doações para construir a capela de Nossa Senhora da Conceição, onde hoje funciona o Santuário da Conceição, na cidade mineira de Baependi.Francisca de Paula de Jesus também era conhecida com "Nhá Chica".
Beatificação e Canonização
Nhá Chica, já em vida, passou a ser aclamada pelo povo como a Santa de Baependi, por sua fé e clarividência. O Processo Informativo Diocesano começou em 16 de julho de 1993, tendo sido encerrado em 1995, quando foi para Roma. O Relator deste processo foi o Pe. José Luís Gutiérrez. A causa ficou parada até 1998, quando assumiram como Postulador Frei Paolo Lombardo, OFM e como vice-postuladora Ir. Célia Cadorin, Ciic.
Em 18 de junho de 1998 foi feito o reconhecimento dos restos mortais de Nhá Chica, na presença de autoridades eclesiásticas, de membros do Tribunal Eclesiástico pela Causa de Beatificação de Nhá Chica, da Comissão Histórica e de médicos legistas. Ainda em 1998, o Tribunal Eclesiástico Pela Causa de Beatificação de Nhá Chica apresentou à Diocese de Campanha um provável milagre para ser enviado e analisado pelo Vaticano.
A causa de Canonização de Nhá Chica está aguardando desde 2007 o anúncio de sua beatificação. Em 2007uma graça foi atribuída a Nhá Chica referente a uma professora Ana Lúcia Meirelles Leite, moradora de Caxambu, em Minas Gerais.
Ana Lúcia foi curada de um problema congênito muito grave no coração, sem precisar passar por cirurgia, apenas pelas orações de Nhá Chica. O fato se deu em 1995. A graça foi aceita pelo Vaticano, que analisa o pedido de beatificação. O início da campanha pela canonização se deu em 1952. A instalação da Comissão em prol da Beatificação teve início em 1989 e depois em definitivo foi instalada em 14 de janeiro de 1992.
A publicação da Positio, documento que reúne todos os dados e testemunhos recolhidos durante a fase Diocesana, corresponde à primeira etapa do processo de beatificação e aconteceu no dia 30 de outubro de 2001. O documento seguiu para o Vaticano para ser apreciado pela Congregação para as Causas dos Santos.
Em 30 de abril de 2004, os bispos brasileiros reunidos em sua 42ª Assembléia Geral da CNBB assinaram um documento pedindo pela beatificação de Nhá Chica. O documento que reuniu 204 assinaturas de Bispos de 25 estados brasileiros foi encaminhado pela Diocese de Campanha ao então Papa João Paulo II.
No dia 8 de junho de 2010, a Congregação para as Causas dos Santos deu parecer favorável às virtudes da Serva de Deus Nhá Chica.
No dia 14 de janeiro de 2011 o Papa Bento XVI aprovou o decreto da Congregação para as Causas dos Santos sobre as virtudes heróicas da Serva de Deus. Nhá Chica pode receber o título de Venerável, estando assim mais próxima da beatificação.
Aguarda-se o reconhecimento, por parte da Santa Sé, do milagre da cura, atribuído à intercessão de Nhá Chica, da professora de Caxambu, Ana Lúcia Meirelles Leite que sofria de problemas cardíacos

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

BEATIFICADA IRMÃ LINDALVA

BEATA IRMÃ LINDALVA


A cerimônia de beatificação de Irmã Lindalva reuniu, no estádio do Barradão, em Salvador, no domingo 3 de dezembro de 2007, e 25 mil fiéis, além de 300 religiosos da Arquidiocese de Salvador e de outros Estados.

BEATA IRMÃ LINDALVA JUSTO DE OLIVEIRA
Lindalva nasceu no Sítio Malhada da Areia, no município de Açu, no Rio Grande do Norte. Filha do segundo matrimônio do agricultor João Justo da Fé – viúvo com três filhos – com a jovem Maria Lúcia da Fé. Lindalva foi a sexta, dos treze filhos do casal. Em 1982 seu pai faleceu de um câncer no abdômen, tendo tido a assistência de Lindalva nos últimos meses de vida. Após a morte do pai, iniciou um curso de técnica em enfermagem, bem como de violão. A partir de 1986 passou a freqüentar o movimento vocacional das Filhas da Caridade, iniciando o seu processo de discernimento vocacional à vida religiosa.

No final do ano de 1987, pediu ingresso na congregação. No dia 28 de novembro de 1987 recebeu o sacramento da crisma das mãos de Dom Nivaldo Monte, arcebispo de Natal. No dia 28 de dezembro do mesmo ano recebe carta da madre provincial das Filhas da Caridade aceitando-a ao postulantado da congregação. No dia 29 de janeiro de 1991, Irmã Lindalva é enviada para a Bahia, onde trabalhará no Abrigo Dom Pedro II, no bairro do Roma, na cidade baixa, em Salvador. Esta instituição, fundada em 1887, presta assistência a idosos empobrecidos. Irmã Lindalva é destinada a um pavilhão que atende a 40 anciãos.

Todos os testemunhos colhidos para o processo de beatificação relatam sua simplicidade, cordialidade e alegria com que tratava a todos. Realiza serviços simples e humildes para os idosos internos.

Durante um retiro espiritual, em janeiro de 1993, parafraseando São Vicente de Paulo, afirma sentir-se mais realizada e feliz no seu trabalho que o Papa em Roma. Em janeiro de 1993, devido a uma recomendação, o abrigo teve que acolher entre os anciãos Augusto da Silva Peixoto, homem de 46 anos, que não tinha direito de ser interno, em virtude de sua idade. Ele passou a assediar Ir. Lindalva, e tornou-se insistente e inconveniente. A religiosa, com medo, procurou afastar-se o mais que pode de Augusto. Narrou a situação a outras irmãs e intensificou sua vida de oração. Seu amor aos idosos a mantiveram no abrigo, e chegou a confidenciar a uma coirmã: “prefiro que meu sangue seja derramado do que afastar-me daqui”.
Os internos repreendem Augusto e insistem para que Irmã Lindalva relate o fato ao diretor do serviço social do abrigo. No dia 30 de março a funcionária Margarita Maria Siva de Azevedo, repreende Augusto.

Augusto dirigiu-se à Feira de São Joaquim no dia 5 de abril de 1993, Segunda-Feira Santa, e comprou uma faca peixeira que amolou ao chegar no abrigo. No amanhecer do dia 9 de abril de 1993, Sexta-Feira Santa, Irmã Lindalva participou da Via-Sacra, na paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem. Ao regressar, serviu o café da manhã aos idosos, como de costume. A irmã – ocupada com o serviço – não percebeu que Augusto se aproximava. Foi surpreendida com um toque no ombro. Ao virar-se, recebeu os golpes que lhe tiraram a vida. Um senhor ainda tentou intervir; mas Augusto ameaçou de morte quem ousasse se aproximar. Após o crime, o assassino foi esperar a polícia sentado em um banco, na frente do abrigo. Após condenação, foi internado em um manicômio judiciário. Os médicos legistas identificaram 44 perfurações no corpo da religiosa. Imediatamente seu assassinato foi identificado pela comunidade católica como martírio, e associaram a tragédia às celebrações da Sexta-Feira da Paixão.

sábado, 6 de novembro de 2010

BEATIFICAÇÃO DA MADRE BÁRBARA MAIX




BEATIFICAÇÃO DE MADRE BÁRBARA MAIX

A madre austríaca Bárbara Maix, fundadora da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria e que dedicou sua vida a atender órfãos e filhos de escravos no Brasil, foi beatificada neste sábado em cerimônia em Porto Alegre.
A madre Maria Bárbara da Santíssima Trindade (1818-1873) foi beatificada, dia 06 de novembro de 2010 durante uma missa celebrada pelo arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, junto a cerca de 320 sacerdotes e que atraiu milhares de fiéis ao ginásio do Gigantinho.
Durante a cerimônia, o representante do Vaticano no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, leu a carta com que o papa Bento XVI autorizou a beatificação de Bárbara Maix.
A missa contou com a presença de Onorino Ecker, de 69 anos e que em 1944, quando tinha três anos de idade, sobreviveu a graves queimaduras de terceiro grau em todo o corpo graças a um milagre atribuído à religiosa e que foi reconhecido pelo Vaticano.
A beatificação é uma das etapas do processo de canonização, que, no caso de Bárbara Maix, foi solicitado em 1993 em Porto Alegre pelo arcebispo da cidade.
A freira nasceu em 27 de junho de 1818 em Viena (Áustria), de onde emigrou para o Brasil em 1848.
Um ano após ter desembarcado no Rio de Janeiro fundou a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, que atualmente tem sua sede em Porto Alegre e está presente em Brasil, Argentina, Paraguai, Bolívia, Venezuela, Haiti, Itália e Moçambique.
Durante 14 anos, Bárbara Maix dirigiu asilos, orfanatos e escolas da Congregação em Porto Alegre.
Ela morreu no Rio de Janeiro em 1873, aos 55 anos de idade.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

BIOGRAFIA DA BEATA IRMÃ DULCE.





Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, nascida em Salvador, aos 26 de maio de 1914 — Salvador, e falecida aos 13 de março de 1992, na mesma cidade de Salvador, melhor conhecida como Irmã Dulce, o Anjo bom da Bahia, foi uma religiosa católica, franciscana, brasileira. Ela notabilizou-se por suas obras de caridade e de assistência aos pobres e aos necessitados.
Quando criança, Maria Rita, filha do Dr. Augusto Lopes Pontes, dentista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBa), costumava rezar muito e pedia sinais a Santo Antônio, pois queria saber se deveria seguir a vida religiosa. Desde os treze anos de idade, ela começou a ajudar mendigos, enfermos e desvalidos. Nessa mesma idade, foi recusada pelo Convento do Desterro por ser jovem demais, voltando a estudar.

Em 1932, depois de se formar, entrou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição, localizada em Sergipe. Após seis meses de noviciado, tomou o hábito de freira. No dia 15 de agosto de 1934, ela fez sua profissão de fé e voltou à Bahia.

Desde então, dedicou toda a sua vida à caridade. Começou sua obra ocupando um barracão abandonado para abrigar mendigos. Chegou a receber a visita do Papa João Paulo II, quando esse esteve no Brasil, em virtude de seu trabalho com idosos, doentes, pobres, crianças e jovens carentes. Entre os diversos estabelecimentos que ela Irmã Dulce fundou estão o Hospital Santo Antônio, capaz de atender setecentos pacientes e duzentos casos ambulatoriais; e o Centro Educacional Santo Antônio (CESA), instalado em Simões Filho, que abriga mais de trezentas crianças de 3 a 17 anos. No Centro, os jovens têm acesso a cursos profissionalizantes. Irmã Dulce fundou também o “Círculo Operário da Bahia”, que, além de escola de ofícios, proporcionava atividades culturais e recreativas.

Em 11 de novembro de 1990, Irmã Dulce começou a apresentar problemas respiratórios, sendo internada no Hospital Português e depois transferida à UTI do Hospital Aliança e finalmente ao Hospital Santo Antônio. Em 20 de outubro de 1991, recebe no seu leito de enferma a visita do Papa João Paulo II. O Anjo Bom da Bahia morreu em seu quarto, aos setenta e sete anos, às 16:45 do dia 13 de março de 1992, ao lado de pessoas queridas por ela. Seu corpo foi sepultado no alto do Santo Cristo, na Basílica de Nossa Senhora da Conceição da Praia e depois transferido para a Capela do Hospital Santo Antônio, centro das Obras Assistenciais Irmã Dulce.

A 21 de janeiro de 2009, a Congregação para as Causas dos Santos do Vaticano anunciou o voto favorável que reconhece Irmã Dulce como venerável.

A 3 de abril de 2009, o papa Bento XVI aprovou o decreto de reconhecimento de suas virtudes heroicas.

No dia 9 de junho de 2010 o corpo de irmã Dulce foi desenterrado, exumado, velado e sepultado pela segunda vez, sendo este o último estagio do processo de beatificação.

No dia 27 de outubro de 2010 foi anunciado pelo cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, em coletiva de imprensa realizada na sede das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) a beatificação, que acontecerá no ano de 2011 é o grau anterior ao de santo, da religiosa Irmã Dulce, se tornando a primeira beata da Bahia - Brasil.

IRMÃ DULCE, A NOVA BEM AVENTURADA

IRMÃ DULCE, A NOVA BEM AVENTURADA


“O decreto do Papa Bento XVI ratificando a beatificação da Irmã Dulce será publicado até dezembro deste ano de 2010”, assim se expressou o Cardeal Primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo – Cardeal Arcebispo de Salvador – continuou o Cardeal: “os Santos são pessoas que viveram a fé, a esperança e a caridade, e que se notabilizaram por viver essas virtudes. Passaram pela vida fazendo o bem. Assim é a Irmã Dulce, que 18 anos depois de sua morte continua viva.”.
O processo de beatificação da Irmã Dulce começou no ano de 2000, em abril de 2009, o Papa Bento XVI reconheceu as virtudes heróicas e a concedeu o título de Venerável. No último dia 26 de outubro, o Colégio Cardinalício validou, no Vaticano, um milagre atribuído a Irmã Dulce.
O milagre atribuído a Irmã Dulce ocorreu numa cidade do interior do Nordeste, quando uma mulher que, logo após o parto, teve uma hemorragia, e que, por 18 horas consecutivas os médicos tentaram salvá-la incluindo no processo três intervenções cirúrgicas; até que foi desenganada pelos médicos.
Logo depois deste esforço médico, um Padre, amigo da família, fez uma oração pedindo a intercessão da Irmã Dulce.
Por hora ainda não se pode citar nomes, mas já se sabe que, como diz o médico Dr. Sandro Barral, “O meu colega estava descansando das 18 horas de esforço. Ele relatou que, ao ser acordado, pensou que era para assinar o atestado de óbito,mas encontrou a mãe e o bebê em perfeita saúde.”.
Este fato foi considerado pelo Colégio dos Cardeais como um milagre; e sua beatificação está prevista para o ano de 2011.